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2014 em 26 Instagrams

2014 em 26 Instagrams

    E aí está o fim do ano! Altura de balanços, olhar para trás, ver o que correu bem, o que correu mal, e olhar para a frente e fazer as tradicionais resoluções, talvez as mesmas dos anos anteriores, mas agora é que é. Aqui no 125Azul não fugimos à regra. E como um blog de viagem, ao olhar para trás, olho para todos os sítios por onde andei, e que fizeram deste um ano, apesar de altos e baixos, um dos melhores de sempre. 2015 só pode ser melhor, não estivéssemos nós a dar a volta ao Mundo! Para fazer o recap do ano de 2014, fui ao Instagram e recolhi as fotos mais representativas (as que faltavam para contar a história, instagramei last minute!). Aqui estão elas! (ps: Ainda não segues o Instagram do 125azul? Estás à espera de quê? Para o ano que vem? Ok, pode ser! 🙂 Aqui está o link: http://instagram.com/125azul     Janeiro- Antibes e Alpes Marítimos     Mais acerca da Riviera: – C0mo descobrir a Riviera Francesa em 4 dias Fevereiro- Cinque Terre Mais acerca das Cinque Terre: – Cinque Terre Finalmente! Março- Berlim   Mais sobre a Itb: – Como é visitar a maior Feira de Turismo do Mundo   Abril: Porto Relacionado: – Descobrir o Douro ao sabor de cigarrilhas birmanesas… Maio- Coimbra e Madrid       Mais acerca de eu e o Rugby: – Eu, o rugby e a África do Sul   Mais acerca de Madrid: – Três Restaurantes Clássicos para comer em Madrid Junho- França, interior da Riviera Francesa       Julho- Paris, Londres, África do Sul       Ler mais: – 15 Imagens que me fizeram apaixonar pela África do Sul – 9 Primeiras Impressões de Cape Town   Ler mais: – Blyde River Canyon: Têm de ver estas fotos de um dos sítios mais bonitos da África do Sul   Ler mais: – Bem vindos ao Kruger- Take 1 -Regresso ao Kruger- As nossas melhores fotos de Safaris em África – Masodini Lodge- Como é um safari de luxo no Kruger   Agosto- Namíbia e Moçambique   Ler mais: Sossusvlei, Namíbia- Certamente um dos sítios mais bonitos do Mundo Ler mais: Fish River Canyon: bem vindos ao segundo maior desfiladeiro do mundo!   Ler mais: Tofo- a praia de Moçambique Mergulhar com Mantas Gigantes em Tofo, Moçambique (vídeo) Setembro- Filipinas e...

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A palavra a quem é Blogger de Viagens- Vagamundos

A palavra a quem é Blogger de Viagens- Vagamundos

  Uma das coisas boa de ter feito uma pausa da viagem e estar de momento em Bangkok até ao final do ano é que tenho tempo para pôr o blog em dia e continuar com algumas ideias que já tinha posto a funcionar antes de partir de viagem. Uma dessas ideias é ter uma conversinha com diferentes pessoas, quer sejam pessoas que tiveram em sítios diferentes, (tipo Coreia do Norte) pessoas que tenham um emprego na área das viagens (comissário de bordo) ou outros bloggers, como quando tive à conversa com os autores do Viajar entre Viagens. Hoje é dia de falar com a Anabela e com o Alexandre, do blog Vagamundos!   Olá! Falem-nos um pouco de vocês! Somos o Alexandre e a Anabela Narciso (aka VagaMundos), autores do blog Crónicas de “Um” VagaMundo. Presentemente vivemos em Lisboa, isto quando não andamos a calcorrear o mundo. Um tem sangue fervoroso ribatejano a correr-lhe nas veias e foi à margem sul do Tejo buscar a cara-metade que equilibrava a balança. Casámos: o economista e a professora. Desde aí temos aproveitado todas as oportunidades que arranjamos para conhecer os quatro cantos do mundo. Gostamos de viajar de forma independente e somos nós que concebemos os nossos roteiros de viagens. Sentimos que só assim temos total liberdade para explorar os locais que visitamos ao nosso ritmo. Temos por hábito definir um roteiro de antemão, mas nada de muito rígido, para que assim tenhamos a flexibilidade para parar mais tempo nos lugares que gostamos, interagir com os locais e descobrir aqueles sítios especiais que os guias de viagem nem mencionam. Por norma viajamos “on a budget” e como tal uma das prioridades é encontrar alojamentos baratos. Na maioria das vezes acabamos por pernoitar em hostels, pequenas pensões ou por recorrer ao couchsurfing. A exceção é quando apanhamos tarifas promocionais de hotéis nos sites de alojamentos. Já dormimos em muitos hotéis a preços mais baixos do que num hostel. Quanto a meios de transporte, privilegiamos os meios terrestres em detrimento dos meios aéreos. Contudo, estes últimos são muitas das vezes incontornáveis (devido às distâncias e à escassez de tempo disponível para a viagem) e não são raras as vezes em que nos deparamos com um preço de voo low cost inferior a uma viagem de comboio. Quanto a atividades, somos grandes fãs de outdoors. Para nós a natureza vem sempre à frente...

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Whale’s Belly, Bangkok- Jantar na barriga duma baleia, num dos melhores restaurantes da Tailândia

Whale’s Belly, Bangkok- Jantar na barriga duma baleia, num dos melhores restaurantes da Tailândia

    Este ano festejámos a noite de ano novo, com um dia de antecedência, ao surgir a oportunidade de ir jantar a um dos melhores restaurantes da Tailândia, o Whale’s Belly. Apesar de ter um nome de Pub Inglês à beira mar, este restaurante é certamente dos restaurantes mais sofisticados onde estive, com uma decoração em tons de azul, que mistura o moderno e o clássico, com um chic de bom gosto. O elemento mais peculiar, é mesmo o tecto, num ondulado branco, que faz mesmo pensar na barriga duma baleia.   Antes de vos descrever o jantar, tenho que admitir que sou uma pessoa muito pouco sofisticado a nível culinário (bom, a outros níveis também, mas isso agora não interessa!) Lembro-me um episódio em que descrevia um almoçarada em Portugal ao meu antigo chefe francês (ele sim, uma pessoa sofistificada), em que gabava uma costoleta de novilho de 800 g, ao que ele afirmou/perguntou, a brincar, “Porque para ser bom, tem de ser muito!”…ao qual eu respondi…claro! O conceito de uma boa refeição em Portugal, com pequenas doses, ali na fronteira entre ter fome e estar satisfeito é ainda desconhecido. (e que para muitos é considerado como uma ofensa à boa hospitalidade lusitana!). O Whale’s Belly  é daquele tipo de restaurantes, que quando nos sentamos e olhamos para os talheres nos sentimos como a Julia Roberts no Pretty Woman, sem saber qual utilizar. Seguindo o conselho de etiqueta, é começar de fora para dentro! O nosso jantar ia ser um menu de degustação de nove (nove!!) pratos, preparados pelo Chef Mai, uma espécie de celebridade no meio culinário tailandês, por ter ganho o concurso televisivo do Iron Chef 2014, em que chefes profissionais dos melhores restaurantes vão competir com o chefe superstar, residente do programa. Bom, no Whale’s Belly, podemos dizer que a experiência culinária de certa maneira é a oposta à Portuguesa (ps: a cozinha portuguesa continua a ser a melhor do mundo!) , porque tudo é preparado com imensa delicadeza e precisão, em doses de tamanho moderado, para poder apreciar cada garfada com o máximo prazer. Cada ingrediente é cuidadosamente pensado para poder ter o efeito desejado final, juntamente com todos os outros. O contraste de sabores, entre o doce e o salgado, o ácido e suave, assim como o contraste de texturas está presente em todos os pratos, e faz parte do prazer da...

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Ayutthaya- Os 5 sítios a visitar na antiga capital do Reino de Sião

Ayutthaya- Os 5 sítios a visitar na antiga capital do Reino de Sião

  Imaginem a cidade de Lisboa, em 1740, na altura umas das mais imponentes cidades do mundo certamente. Imaginem agora, que em vez dum terramoto, uma invasão espanhola, os inimigos de sempre,  tivesse destruído toda a cidade de Lisboa…a devastação foi tal que a capital mudou-se um pouco mais a sul, para Setúbal… Um cenário surreal, catastrófico não? Pois foi o que aconteceu ao reino de Sião em 1767, quando os inimigos de sempre, os Birmaneses, derrotaram as forças tailandesas e destruiram por completo a capital do reino do Sião, na  época uma das cidades mais bonitas do mundo, incendiando a grande maioria dos edifícios, não por pura maldade, mas por ganância, para obter o ouro que cobria palácios, templos e estátuas. A capital mudou-se para Bangkok, e Ayutthaya tornou-se hoje em dia numa pequena cidade, que vive em grande parte dos turistas que vêm durante o dia para visitar as ruínas da antiga capital Tailandesa. Há literalmente dezenas de templos, palácios e ruínas em geral, pelo que pode ser difícil de nos orientar-mos, especialmente para quem vem durante um dia. Como preparar uma visita a Ayutthaya? Antes de mais, a melhor maneira de chegar é não apanhar uma das tours de Khao San road para turismo backpacker de massas mas vir de comboio e pagar 15 Bahts em terceira classe! (menos de 50 cêntimos de euros!). Existem comboios regularmente quase de hora a hora. Ao chegar, a melhor maneira de andar entre os templos é alugar uma bicicleta, por 50 Bahts por dia. Porém, sabendo que há 2 templos dos obrigatórios que estão um pouco mais afastados, preparem-se para uma boa pedalada. Alternativamente o melhor será mesmo alugar uma scooter, ou, combinar o aluguer de bicicletas com um tuk tuk para os templos mais distantes. Dito isto, quais são os sítios que tem mesmo que se visitar em Ayutthaya?   1) Wat Yai Chai Mongkol Este templo é o mais afastado de todos, se bem que seja o mais perto da estação de caminho de ferro. Se optarem por visitar os templos mais longe de tuk tuk, idealmente venham aqui logo que chegarem a Ayutthaya. É o templo onde poderão ver as estátuas de budas em melhor estado de conservação. Vão mesmo apanhar um fartote delas, tal são numerosas, a rodear por completo o templo principal! 2) Wat Mahathat o Wat Mahathat está localizado no início do recinto histórico de...

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Fisioterapia Tailandesa (ou como descobri que sou um menino!)

Fisioterapia Tailandesa (ou como descobri que sou um menino!)

  Nota- o autor escreveu parte deste artigo durante um processo de fisioterapia doloroso. A sua percepção da realidade foi certamente alterada.   Quem já teve o “prazer’ de experienciar uma massagem tailandesa, sabe bem que por detrás do rosto simpático desta gente thai, esconde-se um lado perverso e sádico! Se bem que a palavra massagem desperte em nós sensações imediatas de prazer e de relaxamento, as melhores palavras para descrever uma massagem tailandesa sejam talvez: dor e quanto tempo falta! A César o que é de César: a melhor parte da massagem tailandesa é quando acaba, não só pelo fim da tortura mas porque o efeito positivo de todos aqueles estiramentos e endireitamentos se faz finalmente sentir! Talvez esta experiencia anterior com massagens tailandesas me tivesse preparado para as sessões de fisioterapia aqui em Bangkok, depois do que se passou no Vietname. Mas não. Pelo contrário. O ar moderno, calmo e limpo da clínica, cheio de fisioterapeutas simpáticas e sempre as risotas quando tentavam praticar as poucas palavras de inglês que sabiam, fez-me pensar que o mês de fisioterapia que a medica me subscreveu seria agradável- até porque as minhas memorias de fisioterapia em Portugal, durante a minha algo curta ( mas gloriosa, cof cof!:) carreira de rugby eram de paninhos quentes, massagens gentis e máquinas de ultra sons inofensivas, que davam mesmo para bater uma sonecas! ( a nao ser quando nosso massagista, Gamboa ( tb conhecido por garroteiro) num dia de pior humor pusesse uns paninhos quentes de mais ou um ultra som um bocado mais desregulado!) Quão enganado estava eu…. Deveria ter prestado mais atenção a uma das frases de motivação que decorava a sala de espera. Agora sei bem que não foi posta lá ao acaso: O que tem então a Fisioterapia Tailandesa de tão diferente?   Bom, toda a filosofia da fisioterapia tailandesa poderia assentar nos princípios de ” Os fins justificam os meios” e ” No pain no Gain”. O que quer isto dizer na prática? Quer dizer que para a medicina tailandesa, (ou nesta clínica)  a dor é um efeito colateral aceitável do tratamento médico para se conseguir chegar ao objectivo final, a cura. No meu caso específico, por exemplo, o tratamento prescrito (para além de uma parte “agradável” em que estamos ligados a uma máquina que nos estica a coluna, ao nível da anca e do pescoço, tal e qual...

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O que ver em Bangkok- 10 coisas a não perder

O que ver em Bangkok- 10 coisas a não perder

Bangkok. Não sei quanto a vocês, mas este nome a mim, mesmo antes de conhecer esta cidade, fazia-me vir logo à cabeça uma imagem de exotismo, luxúria, decadência, espiritualismo,hospitalidade, gastronomia, tudo num só bafo de calor húmido! Tal como em todas as imagens feitas, há um fundo de verdade nestas palavras. Bangkok é o que se quiser ser. Pode ser um antro de imoralidade se estivermos interessados em produtos falsificados, stripteases ou algo mais hardcore. Pode ser um sítio espiritual com dezenas de templos espalhados pela cidade, com os caracterísicos monges de vestes cor de laranja e cabeça rapada. Pode ser ainda um megacidade moderna asiática, à semelhança de Singapura e HongKong. Pode ainda ser a capital mundial dos Backpackers ou um sitio para quem gosta de bem comer! Bangkok abre as portas para uma das regiões mais atractivas para quem começa a fazer grandes viagens: o Sudoeste Asiático, e mais especificamente a Tailândia. As suas gentes simpáticas, preços em conta, praias paradísicas, comida de sabores diferentes e cultura exótca fazem desta zona do globo um dos sítios mais fáceis e apetecíveis para se viajar. Com tanta coisa para ver, não só na Tailândia mas em toda a região, o tempo reservado a Bangkok nem sempre é o merecido. Mas na breve passagem que os viajantes fazem pela capital Tailandesa, há certas coisas que são obrigatórias, para ficar a conhecer bem  a capital Aqui fica o meu top 10 1) Palácio Real O complexo do Palácio Real é sem dúvida a maior atração turística de Bangkok. As multidões de turistas, os vendedores à porta, os motoristas de taxi e tuk tuk a tentarem enganar-nos, tudo isso o comprova. Acima de tudo, o que o comprova é a grandiosidade deste sítio, que mais que um palácio Real é mesmo um complexo de templos, de cúpulas douradas, de budas em pedra e dourados, de estátuas de guerreiros que protegem este sítio duma arquitectura de traços orientais carregados, mas agradáveis.   2) What pho Se bem que o Palácio Real seja o maior complexo de templos de Bangkok, o maior e mais impressionante buda fica mesmo em What Pho. Localizado não muito longe do Palácio Real, é neste templo que vamos encontrar o Buda gigante dourado deitado. O tamanho do senhor é imponente, sendo um verdadeiro desafio para o captar numa foto fidedigna da imensidão real. 3) Passeio de barco Uma coisa...

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